Vem chegando o Natal!!! Olha o 2008 aí gente !!!
Religiosamente falando, mesmo sendo esta uma data pagã "adaptada" pelo cristianismo primitivo (solus invictus, em reverência ao deus greco-romano sol) deveria conduzir à reflexão. Jesus é o "sol" que ilumina.
Não esse Jesus pré-fabricado das igrejas, mais pra fariseu, entupido de dogmas, fundamentalista, talibã, e muito bla-bla-bla.
Quanto ao comércio?! Ridículo... começa-se o ano já entupido de dívidas, correndo atraz de porcarias, de enfeites (não que seja errado uma manifestação estética de um sentimento exteriorizado), e o que é pior, de presentes para se fazer uma média com aqueles de quem você falou mal o ano inteiro ou até mesmo puxou o tapete. Amigo secreto então, quem fez o deserviço de inventar isso? Manda prender.
Revoltado eu? Não meus queridos. Apenas realista.
O meu Feliz Natal dessa semana foi ser chamado de incompetente por um "colega" de profissão, um professorzinho de merda do nosso "querido" estado de São Paulo (quantos doutorados será que ele tem?), só porque eu reprovei o relapso do filho dele (eu e mais 6 colegas, rs.). Ele conhece o sistema e quer se servir dele para tirar proveito. Dois pesos e duas medidas. Quanta hipocrisia, não é?!
Gente morrendo de fome, a violência banalizada, o analfabetismo funcional, a vida valendo cada vez menos, as homofobias, os racismos, a África, o aquecimento global, o pcc ... o mundo e o Brasil continuam ...
Feliz Natal para vocês também...
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
palavras...
As palavras têm vida...
as vezes pesam, outras flutuam.
Podem entorpecer ou fazer acordar,
oras como um gardenal com vodka,
oras como um açaí com extrato de guaraná.
Fazem crescer, mesmo que em forma de um cilício cortante.
Fazem atrasar, como um fel, azedo, venenoso e repleto de mórbido rancor.
Viram poesia, música, discurso, trabalho acadêmico como de uma monografia, crônica, crítica, uma carta de amor. Depende da inspiração das musas, sendo sempre assim desde remotos tempos, em que suspirávamos sermos mais do que humildes poeiras de estrelas, perdidos no cosmos.
Palavras ...
Mas que não terminem como letra morta, o que é triste demais ...
Allan
as vezes pesam, outras flutuam.
Podem entorpecer ou fazer acordar,
oras como um gardenal com vodka,
oras como um açaí com extrato de guaraná.
Fazem crescer, mesmo que em forma de um cilício cortante.
Fazem atrasar, como um fel, azedo, venenoso e repleto de mórbido rancor.
Viram poesia, música, discurso, trabalho acadêmico como de uma monografia, crônica, crítica, uma carta de amor. Depende da inspiração das musas, sendo sempre assim desde remotos tempos, em que suspirávamos sermos mais do que humildes poeiras de estrelas, perdidos no cosmos.
Palavras ...
Mas que não terminem como letra morta, o que é triste demais ...
Allan
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